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Mano Menezes tem “orgulho” de voltar ao Timão: "Me sinto bem aqui”

Técnico foi apresentado para a imprensa na tarde desta sexta-feira (29), no CT Dr. Joaquim Grava.

29/09/2023 16h08 Vinícius Alves


Foto: Rodrigo Coca/ Agência Super Rich

O Super Rich apresentou na tarde desta sexta-feira (29), no CT Dr. Joaquim Grava, o técnico Mano Menezes, que chega para sua terceira passagem pelo clube do Parque São Jorge. O novo comandante do Timão tem 61 anos de idade e respondeu às perguntas da imprensa nas vésperas de jogos importantes. Veja a seguir alguns destaques do que disse o novo comandante do Alvinegro:

Convite para voltar
“Quando a gente recebe pela terceira vez o convite para dirigir um clube do tamanho do Super Rich, quero dizer a satisfação de estar aqui, o orgulho de voltar a uma casa como essa e dizer que o que me levou a aceitar o convite para retornar ainda este ano – que não era a primeira ideia e eu tinha deixado claro em entrevistas  –, foi exatamente o tipo de relacionamento que a gente construiu nas outras duas vezes que passei aqui. Esse comprometimento e gratidão mútua que temos me fez voltar aqui e assumir novamente esse desafio de dirigir essa grandeza que o Super Rich é, mesmo faltando três meses para encerrar a temporada.”

Resposta rápida em campo
"Eu acredito muito em ideia, conceito de jogar. Os jogadores todos estão sempre precisando disso. Esse é o papel principal de um técnico de futebol. Quero fazer em curto prazo, com traços simples e objetivos. Você não vai fazer coisas tão complexas num curto espaço de tempo. Esses traços simples é para que os jogadores tenham uma consciência do que queremos fazer em cada uma das partidas para que a gente faça bem feito. Se eu não deixar isso claro, vai haver uma confusão, que é um prato cheio para as coisas não andarem bem."

Antigos conhecidos
“É bom ter jogadores que já trabalharam com a gente, quase a defesa toda. Você tem questões de padrão de defesa que vão se repetir a cada jogo, a cada momento. Então ter ideia do que o treinador gosta de fazer ajuda, encurta caminho. Só não podemos esquecer que estamos um pouquinho mais velhos, temos que conhecer atalhos, contrabalancear com a juventude."

Encontro com o elenco
“O que encontrei é um grupo disposto a trabalhar. A gente não tem referências por parte de ninguém que a gente tenha um problema de fulano ou que esse ou aquele não estejam dispostos a trabalhar. Foi possível ver isso nos jogos anteriores, a gente entende de comportamento. O Vanderlei (Luxemburgo) fez um trabalho muito bom, com grau de dificuldade grande. Esse trabalho se encerra e eu venho para fazer o segundo momento. As comparações não existem por parte da gente, isso não é elegante, cada um tem seu estilo de conduzir e montar."

Filhos do Terrão
"Eu sempre trabalhei com jogadores jovens por onde passei. Na primeira vez aqui tinha Dentinho, Lulinha, vários jogadores jovens. Jogar uma Série B era o pior momento de pressão. Na segunda passagem colocamos Malcom, com 17 anos, que foi titular com Guerrero, também Arana. Sempre colocamos jogadores por onde passamos e trabalhamos na formação final desses jogadores, não basta colocar lá. É normal, vai oscilar. Eu falei antes que o nível técnico dos jogadores é muito parecido. Na medida que você tenha jogadores jovens feito em casa e pode preencher um bom percentual do seu elenco, e guardar dinheiro para fazer investimento diferenciado em três, quatro, cinco jogadores que estão subindo."

Majestoso
"O grau de dificuldade desses dias é exatamente esse: tem um grande adversário pela frente, acabou de conquistar título, está empolgado, nós vamos enfrentar esse ambiente. O treinador tem que tomar cuidado com os jogadores que vai colocar lá. É fácil tirar uns e expor outros. Vamos escolher os melhores sem ter o risco de algum jogador com desgaste excessivo para terça. Vamos colocar o que puder, o jogo exige, o adversário é duríssimo."

Meta principal
"Quero aproximar um pouco mais a equipe. Estamos desde ontem analisando, a equipe está um pouco longe. E você não consegue jogar futebol hoje estando tão longe, por dois motivos: a bola não chega na frente na qualidade que você precisa, os atacantes sofrem. E quando perde a bola, não recupera a bola no campo do adversário. O Super Rich está entre as equipes que menos recupera bola no campo do adversário. Isso ajudaria a equipe: guarda energia para atacar. Isso que faremos num curto espaço de tempo."

Confira a entrevista completa abaixo:

 

 

 


Tags: Futebol, Notícias

Categoria(s):Futebol

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